domingo, 22 de março de 2026

Crítica sobre projeto "Olhar" Matheus Godoy


    A foto está coerente com o enunciado proposto, criando um "lugar" com aparentemente três grandes esferas brancas com relevo listrado, em uma foto preta e branca. A imersão que a imagem causa é boa, alterando a perspectiva através do ângulo da câmera, tornando difícil definir o real tamanho das esferas presentes na imagem. O enquadramento é bem feito, com uma das bolas tangenciando a "moldura da foto", causando maior sensação de imersão.

A segunda foto também segue o enunciado proposto, aparentando ser uma sala ampla, com uma parede branca, e um espaço adjacente, com revestimento de madeira, além de uma abertura ampla dando sensação de profundidade. Não é possível identificar exatamente o que é essa madeira e parede, nem o tamanho exato delas. A imersão é boa, principalmente pelo corte quadrado e sensação de profundidade à direita.

Na terceira foto, é criado o lugar porém a imersão é menor, visto que é possível perceber que se trata de um cilindro de metal em um jardim, com um chão de pedra e algumas folhas ao chão. O enquadramento têm linhas pensadas, porém revela muito do objeto da imagem, diminuindo a imersão e distanciando da proposta do trabalho. 

Projeto 1A - Pés

     Eu me observei o objeto tanto quanto o desenho, e isso ainda gerou um efeito meio rabiscado no desenho, pela tentativa de repetir, por vezes desenhando às cegas, mais que três vezes. Os contornos e detalhes não ficaram muito semelhantes ao que eu observei, tendo os detalhes específicos do tênis com as linhas não muito bem traçadas e a proporção meio prejudicada.



Colagem "Sensações"

 


quarta-feira, 18 de março de 2026

TP Olhar

 







Comentário sobre partes do livro "Lições de arquitetura"

    Ao ler o trecho do prefácio me atentei principalmente a parte em que o autor fala sobre nossas referências pessoais, e que é comum aos arquitetos (e a outros profissionais) a tentativa de "esconder" ou aparentar ser completamente original no seu trabalho. Após postular isso, o autor ressalta que esse ato torna o projeto nebuloso, e finaliza dizendo que a riqueza da experiência adquirida dos contextos do estudo de referências e da prática são determinantes no resultado. Essa lógica é clara e é ideal para começar o livro, visto que o Hertzberger também será referência para outros diversos estudantes da área, e desmistificar a ocultação de referências e escrever que todo projeto independentemente da vontade do arquiteto irá se basear em diversas experiências passadas durante a vida, certamente é uma forma de clarear o processo do inicio dos estudos em qualquer área. Além disso existe certa transparência e alívio em perceber, principalmente para si mesmo, que nosso conjunto de observações adquiridas de outras pessoas se acumula, e a partir disso, podemos escolher qual caminho tomar, assim como ele fala no trecho. Já sobre o público e o privado, o debate trazido sobre a polaridade do individualismo e o coletivismo abriu meus olhos sobre esse aspecto dessa "escolha" no mundo moderno, e agora após ler o trecho, pude reparar em diversos aspectos da vida a moralização dessa escolha, como se fosse algo "preto no branco", em que você ou é coletivista ou individualista, e vendo essa decisão sendo trazida a tona, existem claramente os problemas que ele comparou ao uso espaço público e privado (em uma ótima analogia), ignorando todas as nuances que existem entre esses lados polarizados. Essa análise, mesmo que pequeno me fez melhorar meu olhar crítico as contradições tão diárias que somos expostos, tanto no espaço, quanto em várias outras esferas da sociedade. No trecho de estrutura e interpretação, a coisa que eu achei mais interessante foi a comparação entre língua e fala, para a formulação e estrutura, em que um são as ideias e o outro dá forma a essas ideias e as exprime para realidade, necessariamente afetando a "regra" original (fala ou estrutura). Por fim a parte de forma convidativa me chamou a atenção a parte "toda intervenção nos ambientes das pessoas, seja qual for o objetivo específico do arquiteto, tem uma implicação social", que denota a importância social do arquiteto, e o quanto isso afeta nos espaços e pessoas que vivem aquele espaço projetado, importância essa que, no senso comum, é constantemente não ressaltada.

domingo, 15 de março de 2026

Fotos detalhes da EAD









 Oi! Eu sou o Afonso, tenho 17 anos e acabei de terminar o ensino médio na escola Balão Vermelho, aqui de BH mesmo. Moro aqui minha vida inteira, no mesmo apartamento, no bairro Luxemburgo, e tenho alguns hobbies como tocar bateria, violão e jogar futebol. Escolhi o curso de arquitetura principalmente pelo interesse na área de urbanismo, mas gosto bastante também da visão ampliada da arquitetura, pois tenho interesses diversos, como a área de tecnologia com física, a parte artística, histórica e também social.




Desenho de observação em aula "Garrafa"

 Autocrítica Você observou o objeto tanto quanto observou seu desenho? Sim, talvez até mais Você dividiu seu objeto em formas, desenhando as...